A liderança e gestão de pessoas nas empresas Postado em: 29 de julho de 2010
O processo chamado de Gestão de Pessoas consiste em abastecer a empresa com mão de obra qualificada e geralmente é desenvolvido pela área de Recursos Humanos. Ao levar em consideração as mudanças no mercado de trabalho e nas relações entre empresa x funcionário, é necessário que as organizações tracem estratégias claras, sustentadas por laços participativos, estreitando cada vez mais o seu relacionamento com o público interno e externo. Neste contexto, consideramos que as empresas devem se preocupar totalmente em encontrar verdadeiros trabalhadores de equipe e liderança.
Dentro de um período de tempo, a empresa elabora suas estratégias e objetivos a serem atingidos em um final de ano. O planejamento da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, é um processo de decisão, no qual verifica-se qual a força de trabalho e talentos humanos serão necessários para a realização dos planos organizacionais e para a contribuição dos objetivos individuais de cada um. Através dos planejamentos, é elaborada uma seleção pessoal que tem o objetivo de atrair candidatos potencialmente qualificados e capazes de ocupar cargos dentro da organização. Esse recrutamento é feito a partir das necessidades presentes e futuras.
O objetivo das organizações ao buscar profissionais capazes de liderar é, necessariamente, de não apenas desenvolver tarefas simples, como ler instruções e mexer em computadores, mas a tomada de decisão e a facilidade de captar novas informações. Isto significa que eles podem agir sozinhos, tomando suas próprias decisões e iniciativas, independentemente de um chefe, assumindo a responsabilidade em tarefas propostas por seu cargo. Além disso, precisam ser capazes de motivar suas equipes e compartilhar valores, experiências e informações importantes.
Pode-se concluir que as empresas atuais necessitam e buscam esses perfis para o desenvolvimento de seus planos estratégicos. A relação da liderança com a empresa é muito importante para dar forma e corpo a uma gestão.
Fonte: Artigonal
O desafio de liderar funcionários desmotivados Postado em: 24 de junho de 2010
Exercer o papel de líder, seja qual for a situação, nunca é fácil. É preciso ter uma série de características para conseguir atingir os objetivos de maneira satisfatória para alcançar o sucesso. Porém, o bom desempenho da liderança não depende só de quem lidera, mas também dos liderados, e trabalhar com funcionários desmotivados pode ser um grande obstáculo.
A motivação é um processo, não um evento isolado. É consequência e não causa. A ausência dela pode vir de problemas conjunturais, estruturais, de infraestrutura, de processos e, até mesmo, da faltade liderança. É preciso saber gerenciar o desânimo e transformá-lo em motivação para que os resultados da equipe sejam satisfatórios.
Algumas razões, que normalmente são responsáveis por esse desinteresse pelo trabalho, podem estar estão no próprio ambiente de serviço. Por exemplo, a falta de reconhecimento, de conhecimento dos objetivos da atividade que realiza, de uma perspectiva de progressão no futuro, os processos mal estruturados, a inadequação das métricas às características da equipe e a relação com os superiores.
Para reverter essa situação desfavorável, é preciso muito esforço para, além de entender as razões da desmotivação dos membros da equipe, saná-las e evitar também que esse problema volte e dissemine para os outros funcionários.
Leia na íntegra uma matéria sobre o assunto e veja algumas medidas essenciais para evitar o problema ou resolvê-lo, caso ele já esteja presente na sua equipe.
Fonte: Efetividade.net
Funcionário motivado significa empresa de sucesso Postado em: 17 de junho de 2010
Um ambiente de trabalho positivo e de qualidade para o funcionário não é um mero detalhe no funcionamento de uma empresa, mas um dos fatores mais importantes.
Pesquisas comprovam que o empregado que trabalha feliz e motivado produz cerca de 50% vezes mais, logo, as empresas devem investir no bem estar de seus colaboradores para que estes trabalhem melhor. Isso significará, com certeza, um aumento na quantidade e na qualidade da produção, ou seja, elevará o sucesso da organização.
Esse investimento feito pelas empresas para o bem estar dos seus membros não é sinônimo de aumento de salário. Isso não basta para deixar o colaborador mais disposto e feliz com o trabalho. É preciso que se vá além, com medidas para deixar o ambiente mais agradável, investir no relacionamento dos funcionários e reforçar os laços entre chefe e chefiado com uma relação de liderança de qualidade.
Para saber mais algumas medidas que promoverão o bem estar de seus funcionários e, por conseqüência, irão aumentar o sucesso de sua empresa, leia esta matéria na íntegra.
Fonte: UOL – Consumidor Moderno
Lições da Seleção brasileira para aplicar na sua carreira Postado em: 10 de junho de 2010
Será realizada hoje a abertura oficial da Copa do Mundo 2010 e nada mais justo do que homenagear a seleção brasileira usando-a como exemplo para o post de hoje.
Quando se trata de mercado de trabalho, o futebol não se difere muito de outros setores. A concorrência é acirrada e as oportunidades, muitas vezes, passam num piscar de olhos. O profissional deve estar sempre atento e preparado para aproveitar cada chance com competência.
O técnico Dunga, ao anunciar a tão polêmica lista de convocados, que tinha nomes desconhecidos como o do atacante Grafite, disse: “Algumas pessoas têm inúmeras oportunidades e acham que sempre vão ter a próxima.” Segundo o treinador, que durante sua carreira como jogador foi considerado exemplo de liderança, nos 15 minutos que jogou em um amistoso contra a Irlanda, Grafite soube aproveitar sua chance e demonstrou as competências necessárias para estar presente na lista de convocados.
A maioria das críticas à convocação de Grafite se deve ao fato dele ter substituído o experiente jogador Adriano, ídolo do Flamengo e que esteve presente nas listas anteriores de Dunga. Experiente, habilidoso e em boa fase, por que Adriano ficou fora? Bem, era a ele que Dunga se referia quando disse: “Tem pessoas que têm inúmeras oportunidades e acham que sempre vão ter a próxima”. Adriano, apesar de ser incontestavelmente um bom jogador, durante toda a carreira se viu envolvido em polêmicas e escândalos.
Paulo Araújo, autor do livro “Desperte seu Talento – dicas essenciais para a sua carreira”, afirma que o bom profissional deve trazer resultados, não a qualquer preço, mas de uma maneira ética e responsável. Deve estar alinhado à cultura e aos valores da organização, mostrar compatibilidade para com seus líderes e colegas de trabalho. De nada adianta ter muito talento e pouco agregar à equipe. Adriano não agiu sempre de maneira ética, desagradou o seu líder e, assim, perdeu uma oportunidade única. Araújo ainda afirma que a reputação é tudo. “Você demora um minuto para perdê-la e uma vida para construí-la. A sua reputação é o seu maior tesouro, seu maior bem. Talento sem reputação de nada vale.”
Como qualquer equipe que se preze, a seleção também tem seu profissional de confiança. Kaká é o maior exemplo de como a reputação pesa nas decisões de alguns gestores. Lesionado e em uma fase que não é das melhores, o craque do Real Madrid, mesmo antes da divulgação dos nomes dos convocados, já era figura garantida no time de Dunga. O motivo é simples: confiança no trabalho demonstrado nas partidas em que foi chamado pelo técnico e uma conduta ética exemplar. Nada poderia ameaçar a convocação do que pode ser considerado o braço direito do técnico Dunga.
Fica assim, a lição para os estagiários: o estágio precisa ser bem aproveitado para que o jovem não apenas mostre seu talento e empenho, mas para que possa se preparar para avançar na trajetória profissional quando surgir o “grande desafio”. que renderá a tão sonhada convocação, ou melhor, a efetivação. Aproveitar todas as oportunidades que aparecem em sua trajetória é essencial para que seu nome conste na lista de confiança dos líderes.
Fonte: administraçãopatos.com




