A liderança e gestão de pessoas nas empresas Postado em: 29 de julho de 2010
O processo chamado de Gestão de Pessoas consiste em abastecer a empresa com mão de obra qualificada e geralmente é desenvolvido pela área de Recursos Humanos. Ao levar em consideração as mudanças no mercado de trabalho e nas relações entre empresa x funcionário, é necessário que as organizações tracem estratégias claras, sustentadas por laços participativos, estreitando cada vez mais o seu relacionamento com o público interno e externo. Neste contexto, consideramos que as empresas devem se preocupar totalmente em encontrar verdadeiros trabalhadores de equipe e liderança.
Dentro de um período de tempo, a empresa elabora suas estratégias e objetivos a serem atingidos em um final de ano. O planejamento da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, é um processo de decisão, no qual verifica-se qual a força de trabalho e talentos humanos serão necessários para a realização dos planos organizacionais e para a contribuição dos objetivos individuais de cada um. Através dos planejamentos, é elaborada uma seleção pessoal que tem o objetivo de atrair candidatos potencialmente qualificados e capazes de ocupar cargos dentro da organização. Esse recrutamento é feito a partir das necessidades presentes e futuras.
O objetivo das organizações ao buscar profissionais capazes de liderar é, necessariamente, de não apenas desenvolver tarefas simples, como ler instruções e mexer em computadores, mas a tomada de decisão e a facilidade de captar novas informações. Isto significa que eles podem agir sozinhos, tomando suas próprias decisões e iniciativas, independentemente de um chefe, assumindo a responsabilidade em tarefas propostas por seu cargo. Além disso, precisam ser capazes de motivar suas equipes e compartilhar valores, experiências e informações importantes.
Pode-se concluir que as empresas atuais necessitam e buscam esses perfis para o desenvolvimento de seus planos estratégicos. A relação da liderança com a empresa é muito importante para dar forma e corpo a uma gestão.
Fonte: Artigonal
Planejar metas é fator para o sucesso Postado em: 22 de julho de 2010
A nossa vida é muito corrida, temos um dia com 24 horas, que se dividem em dois períodos: um que usamos para dormir e descansar, geralmente é à noite, e o outro para conciliar a vida pessoal e a profissional, o dia. Este tempo que nos é disponibilizado ainda é pouco para planejar e organizar todas as nossas obrigações, por isso, muitas pessoas se sentem frustradas por não alcançar seus planos definidos.
Ao iniciar o ano, traçamos metas, principalmente relacionadas à nossa vida profissional, mas quando tais objetivos não são colocados em prática algumas dúvidas surgem em torno do assunto. O que deu errado? Onde eu errei? Por que não consegui? Todas essas dúvidas geram desmotivação profissional, pois a maioria das pessoas depende do trabalho para que sua vida pessoal também seja feliz.
Cada profissional tem a sua missão de vida, seu motivo individual, entre eles: segurança para a família, acúmulo de bens ou notoriedade. Para que haja sucesso na conquista dessas metas o fundamental é planejar e investir.
Portanto, para que esses objetivos sejam atingidos, é preciso se dedicar, buscar seu complemento, não basta apenas ter conhecimento, não vale se acomodar, a busca pela melhora tem que ser incessante. Quando nos sentimos bons no que fazemos, ficamos mais motivados e seguros para as escolhas no dia a dia. Dando lugar, também, a novas oportunidades.
Leia um artigo muito interessante sobre este assunto e saiba como planejar suas metas.
Ousadia e criatividade Postado em: 15 de julho de 2010
Em qualquer investimento, negócios ou carreira, o importante é atuar com ousadia. Sonhar alto demais não é um problema, mas sim algo muito bom. Neste contexto, ser ousado está diretamente relacionado a ser criativo. Criatividade significa quebrar paradigmas já prontos e inovar. Logo, o que vai mostrar a diferença de uma pessoa para outra, se é criativa ou não, é apenas a atitude.
A criatividade não pode ser entendida como um dom, pois todas as pessoas já a possuem, mesmo com diferentes escalas de intensidade, grandes ou pequenas. Contudo, só alguns conseguem explorá-las da melhor forma. Tudo depende dela para se pensar diferente, refletir e investir. Ler bastante, assistir filmes, buscar informações de tudo são boas maneiras de explorar a criatividade.
Não é preciso deixar de dormir para se ter uma ideia inovadora. Os pensamentos estão a mil todos os segundos na cabeça, entretanto, poucos serão os que vão te deixar mais entusiasmado, contendo um valor, um sentimento que vai despertar o desejo de investir.
Fique motivado caso uma ideia inovadora aparecer e a valorize. Não é simplesmente colocá-la em prática. Pense em como ela pode te favorecer e invista, seja ousado, arrisque.
Fonte: Artigonal
Pessoas motivadas geram mais benefícios para as empresas Postado em: 8 de julho de 2010
Todos os anos, independentemente do ramo de atuação, empresas buscam atingir as metas planejadas. Elas incluem principalmente renovar os equipamentos, reformar as instalações, lançar novos produtos e serviços no mercado e vendê-los. Além disso, também querem aumentar suas receitas e obter lucro. Porém, para que isso se conclua, é necessário lembrar que uma empresa não funciona sozinha. Ela precisa de pessoas, não só a mão-de-obra, mas precisa delas motivadas e valorizadas.
Alguns gestores acham que ao contratar novos integrantes, eles se tornam donos e acabam tratando-os com indiferença. Dessa maneira, os funcionários não dão o real valor para a empresa. Como alguém pode estar motivado recebendo esse tipo de tratamento?
A organização pode ter o total comprometimento do funcionário se passar a ouvir, valorizar, compreender, ou seja, manter uma ótima relação com ele. Sendo assim, a dedicação e o empenho serão focados em desenvolver bem os trabalhos diários. Com pessoas felizes e motivadas, os resultados positivos tendem a aparecer.
Leia a íntegra desta matéria e saiba mais sobre a relação das empresas com seus funcionários.
Fonte: Notícia Web
A torcida e as lições de união, solidariedade e compaixão Postado em: 1 de julho de 2010
Em época de Copa do Mundo, é normal nos reunirmos – em um churrasco na casa dos amigos, em casa com a família, no bar com os colegas de trabalho – para acompanharmos os jogos daseleção brasileira. Todos unidos em torno da televisão, juntos com os mesmos pensamentos e objetivos. Mas como essa situação se aplica no que ocorre cotidianamente em nossas vidas?
O psicobiólogo da Unifesp Ricardo Monezi, especialista em medicina comportamental explica que “torcer pelo Brasil gera uma compaixão relacionada ao patriotismo, a vontade de expressar o amor pela terra onde nascemos e vivemos. Isso acaba gerando maior companheirismo e união entre as pessoas. A solidariedade vem porque elas compartilham de uma história e um objetivo em comum”.
A comparação entre o exemplo dos torcedores e a vida cotidiana se dá no ponto que estamos sempre buscando e desejando uma vitória, seja ela na vida amorosa, familiar ou profissional.
A identificação de um objetivo em comum, ou seja, a felicidade pela conquista do Hexa, por exemplo, faz com que as pessoas fiquem mais solidárias, oferecendo e recebendo ajuda, compartilhando informações, opiniões, momentos de alegria e outros sentimentos. “Ajudar o outro faz muito bem para nós e deveríamos nos lembrar disso nas demais situações de nossas vidas”, afirma Ricardo Monezi.
A união e o companheirismo durante a Copa do Mundo poderiam ser aproveitados para nos ajudar a melhorar os laços afetivos com as pessoas que convivemos. Isso contribuiria para renovar a vida social, que é fundamental para o bom relacionamento entre os seres humanos.
Além de tais características, o maior campeonato de futebol do mundo ensina lições valiosas de superação e administração de tristezas e frustrações. “Na Copa passada, ficamos irritados, chateados e frustrados com a eliminação brasileira, mas logo tivemos força suficiente para escolher qualquer outra seleção e voltar a fazer o que sabemos de melhor: torcer”, explica Monezi.
Leia esta matéria na íntegra e veja como torcer para o Brasil pode ajudar na sua vitória pessoal.
Fonte: Yahoo!
O desafio de liderar funcionários desmotivados Postado em: 24 de junho de 2010
Exercer o papel de líder, seja qual for a situação, nunca é fácil. É preciso ter uma série de características para conseguir atingir os objetivos de maneira satisfatória para alcançar o sucesso. Porém, o bom desempenho da liderança não depende só de quem lidera, mas também dos liderados, e trabalhar com funcionários desmotivados pode ser um grande obstáculo.
A motivação é um processo, não um evento isolado. É consequência e não causa. A ausência dela pode vir de problemas conjunturais, estruturais, de infraestrutura, de processos e, até mesmo, da faltade liderança. É preciso saber gerenciar o desânimo e transformá-lo em motivação para que os resultados da equipe sejam satisfatórios.
Algumas razões, que normalmente são responsáveis por esse desinteresse pelo trabalho, podem estar estão no próprio ambiente de serviço. Por exemplo, a falta de reconhecimento, de conhecimento dos objetivos da atividade que realiza, de uma perspectiva de progressão no futuro, os processos mal estruturados, a inadequação das métricas às características da equipe e a relação com os superiores.
Para reverter essa situação desfavorável, é preciso muito esforço para, além de entender as razões da desmotivação dos membros da equipe, saná-las e evitar também que esse problema volte e dissemine para os outros funcionários.
Leia na íntegra uma matéria sobre o assunto e veja algumas medidas essenciais para evitar o problema ou resolvê-lo, caso ele já esteja presente na sua equipe.
Fonte: Efetividade.net
Funcionário motivado significa empresa de sucesso Postado em: 17 de junho de 2010
Um ambiente de trabalho positivo e de qualidade para o funcionário não é um mero detalhe no funcionamento de uma empresa, mas um dos fatores mais importantes.
Pesquisas comprovam que o empregado que trabalha feliz e motivado produz cerca de 50% vezes mais, logo, as empresas devem investir no bem estar de seus colaboradores para que estes trabalhem melhor. Isso significará, com certeza, um aumento na quantidade e na qualidade da produção, ou seja, elevará o sucesso da organização.
Esse investimento feito pelas empresas para o bem estar dos seus membros não é sinônimo de aumento de salário. Isso não basta para deixar o colaborador mais disposto e feliz com o trabalho. É preciso que se vá além, com medidas para deixar o ambiente mais agradável, investir no relacionamento dos funcionários e reforçar os laços entre chefe e chefiado com uma relação de liderança de qualidade.
Para saber mais algumas medidas que promoverão o bem estar de seus funcionários e, por conseqüência, irão aumentar o sucesso de sua empresa, leia esta matéria na íntegra.
Fonte: UOL – Consumidor Moderno
Lições da Seleção brasileira para aplicar na sua carreira Postado em: 10 de junho de 2010
Será realizada hoje a abertura oficial da Copa do Mundo 2010 e nada mais justo do que homenagear a seleção brasileira usando-a como exemplo para o post de hoje.
Quando se trata de mercado de trabalho, o futebol não se difere muito de outros setores. A concorrência é acirrada e as oportunidades, muitas vezes, passam num piscar de olhos. O profissional deve estar sempre atento e preparado para aproveitar cada chance com competência.
O técnico Dunga, ao anunciar a tão polêmica lista de convocados, que tinha nomes desconhecidos como o do atacante Grafite, disse: “Algumas pessoas têm inúmeras oportunidades e acham que sempre vão ter a próxima.” Segundo o treinador, que durante sua carreira como jogador foi considerado exemplo de liderança, nos 15 minutos que jogou em um amistoso contra a Irlanda, Grafite soube aproveitar sua chance e demonstrou as competências necessárias para estar presente na lista de convocados.
A maioria das críticas à convocação de Grafite se deve ao fato dele ter substituído o experiente jogador Adriano, ídolo do Flamengo e que esteve presente nas listas anteriores de Dunga. Experiente, habilidoso e em boa fase, por que Adriano ficou fora? Bem, era a ele que Dunga se referia quando disse: “Tem pessoas que têm inúmeras oportunidades e acham que sempre vão ter a próxima”. Adriano, apesar de ser incontestavelmente um bom jogador, durante toda a carreira se viu envolvido em polêmicas e escândalos.
Paulo Araújo, autor do livro “Desperte seu Talento – dicas essenciais para a sua carreira”, afirma que o bom profissional deve trazer resultados, não a qualquer preço, mas de uma maneira ética e responsável. Deve estar alinhado à cultura e aos valores da organização, mostrar compatibilidade para com seus líderes e colegas de trabalho. De nada adianta ter muito talento e pouco agregar à equipe. Adriano não agiu sempre de maneira ética, desagradou o seu líder e, assim, perdeu uma oportunidade única. Araújo ainda afirma que a reputação é tudo. “Você demora um minuto para perdê-la e uma vida para construí-la. A sua reputação é o seu maior tesouro, seu maior bem. Talento sem reputação de nada vale.”
Como qualquer equipe que se preze, a seleção também tem seu profissional de confiança. Kaká é o maior exemplo de como a reputação pesa nas decisões de alguns gestores. Lesionado e em uma fase que não é das melhores, o craque do Real Madrid, mesmo antes da divulgação dos nomes dos convocados, já era figura garantida no time de Dunga. O motivo é simples: confiança no trabalho demonstrado nas partidas em que foi chamado pelo técnico e uma conduta ética exemplar. Nada poderia ameaçar a convocação do que pode ser considerado o braço direito do técnico Dunga.
Fica assim, a lição para os estagiários: o estágio precisa ser bem aproveitado para que o jovem não apenas mostre seu talento e empenho, mas para que possa se preparar para avançar na trajetória profissional quando surgir o “grande desafio”. que renderá a tão sonhada convocação, ou melhor, a efetivação. Aproveitar todas as oportunidades que aparecem em sua trajetória é essencial para que seu nome conste na lista de confiança dos líderes.
Fonte: administraçãopatos.com
Líder deve saber equilibrar os dois lados: razão x emoção Postado em: 3 de junho de 2010
O duo razão e emoção é algo que permeia o cotidiano de todas as pessoas, porém, para aqueles que precisam liderar uma equipe, esse jogo é ainda mais presente e tem que ser muito bem equilibrado, para que não seja prejudicada a empresa ou a própria carreira.
Para a gerente-geral da Right Management, Elaine Saad, estes profissionais devem ficar sempre atentos para não permitir que a emoção ultrapasse a razão na hora de tomar decisões.
“Com o passar dos tempos, nos apegamos àqueles que trabalham conosco, passamos a gostar dessas pessoas, do que elas são em sua essência. Porém, muitas vezes, isso nos cega para enxergar o que eles são verdadeiramente como profissionais”, explica Saad.
Para a especialista, o profissional que deixa a razão de lado e pauta as decisões tomadas baseando-se mais no relacionamento que têm com os funcionários do que com a capacidade profissional dos mesmos, corre o risco de prejudicar a empresa e até a própria carreira.
Isso se deve ao fato de que, obviamente, não temos os mesmos laços com todos os funcionários e tratá-los baseando-se na emoção pode provocar em alguns o sentimento de injustiça, o que certamente desmotiva a equipe. Como consequência, impacta a performance dos seus liderados de maneira negativa. Tal efeito traz prejuízos ao rendimento da organização e, por sua vez, pode fazer com que o líder perca posições ou seja preterido em promoções dentro da empresa, além, é claro, da antipatia dos funcionários insatisfeitos.
Para evitar tais conflitos, o líder deve procurar separar a amizade do ambiente profissional, sempre levando em conta o que é correto e prioritário para a empresa. A especialista cita, para deixar mais claro, o caso do técnico da seleção brasileira de futebol, Dunga, que no momento da convocação dos jogadores que disputarão a próxima Copa do Mundo, disse que muitas vezes, ao analisar a lista, seu coração o chamava para alguns nomes, porém sua razão o fez optar por outros.
Para que os profissionais não acabem caindo na armadilha de sempre priorizar a emoção em vez da razão, Elaine dá a seguinte dica: “A pessoa precisa se autoconhecer e, caso perceba que é mais emocional, deve pensar em como toma decisões. Para isso, um exercício é escrever os fatores que o norteia nas tomadas de decisões e partilhar com a chefia e colegas para ver se está utilizando mais a razão do que a emoção”.
Fonte: Administradores
É possível aprender a ser otimista Postado em: 27 de maio de 2010
O político Winston Churchill certa vez disse que “um otimista vê uma oportunidade em toda calamidade, e um pessimista vê uma calamidade em toda oportunidade”. O estadista afirmava que era otimista, pois não lhe parecia muito útil ser outra coisa.
A questão de ver o copo meio cheio ou meio vazio é complexa. Aceitar as situações desfavoráveis como necessárias, ter noção de que os problemas passam e fazer o que for possível para solucioná-lo são qualidades de um otimista inteligente. Não se trata de ver a vida como um mar de rosas, mas aceitar o que ela nos traz e ter vontade de reverter as adversidades.
“O otimismo é uma atitude mental que tem efeitos claramente positivos sobre nossa saúde física e psicológica, sobre a vida social e econômica, sobre o trabalho e sobre nossa sociedade em geral”, afirma o psicólogo e professor italiano Luigi Anolli, que dá aulas de psicologia cultural e psicologia da comunicação na Universidade de Milão-Bicocca.
Mas o otimista já nasce assim ou adquire esta característica com tempo? Para o psicólogo espanhol e especialista em risoterapia José Elías Fernández, “apesar de existir uma predisposição em cada pessoa a ser mais ou menos animada, positiva e alegre, também influi o ambiente em que se desenvolveu e como aprendemos a perceber o mundo. O otimismo é uma atitude perante a vida que pode ser cultivada, ampliada e aprendida, como outras habilidades”.
Para fazer prevalecer a parcela otimista que todos nós possuímos, o especialista indica direcionar cotidianamente um pouco de nossa energia para uma causa nobre. Esta consiste em atividades simples, como ser carinhoso com a família, fazer um favor a um amigo, ou organizar algum projeto comunitário. É também essencial se fazer presente em lugares que valorizem o seu bom humor, que te tragam positividade. Fazer um pequeno esforço para ver o lado bom de todas as situações ruins também irá ajudar a treinar o seu otimismo.
Muitos concluem de forma errônea que seriam muito mais felizes se vivessem uma vida sem problemas, estresses ou preocupações cotidianas, mas isto é desvalorizar a importância do incentivo e do conflito, assim como o prazer advindo da resolução de um grande problema. Embora seja realmente complicado entregar-se à família e ao trabalho, e fazer bem ambas as coisas, o simples fato de tentar se ocupar destes ambientes o melhor que se saiba e possa, de maneira positiva e rentável, é uma forma muito eficaz de evitar a depressão que provém do pessimismo. Se alguém se sente assoberbado, tem que incorporar novas atividades a sua vida, em vez de eliminá-las.
Uma vida sem problemas é o sonho de muitos, mas não passa de um sonho. Já que os problemas existem, encare-os com naturalidade, sabendo que, cedo ou tarde, eles serão problemas resolvidos.
Fonte: Yahoo! Notícias










